Geração Moderna II…
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Construa confiança – O que há com a confiança do mundo?
Caros amigos,
quero compartilhar com vocês um trecho que julguei muito interessante de um dos livros que estou lendo:
“Em grande parte da literatura corrente, a palavra ‘confiança’ transformou-se num gatilho para a nostalgia, um lembrete dos tempos supostamente mais simples quando as pessoas não trancavam suas portas, quando rotineiramente davam carona e se dirigiam a desconhecidos. Houve um tempo em que as pessoas prestavam mais atenção às suas maneiras do que à segurança de suas carteiras ou aos temores acerca de seu bem-estar físico. Foi um mundo anterior aos acordos pré-nupciais, aos processos judiciais, aos clamores incessantes por procedimentos de impeachment e por leis contra a posse ilegal de armas. Foi um mundo no qual considerava-se o casamento um compromisso para toda a vida, quando ‘a palavra de um homem era sua garantia’, quando os negócios se faziam com apertos de mão, e uma promessa de um político era tomada seriamente como uma promessa, não importa o quão duvidosos estivessem os eleitores quanto ao cumprimento desta promessa. Hoje, a promessa de um político vale menos que o jornal do dia que a imprime. Os negócios são conduzidos somente com advogados ou uma equipe jurídica a reboque, com a ameaça de litígio sempre palpavelmente presente. O divórcio tornou-se uma questão de direito e mesmo de conveniência, um estado de coisas que muitos analistas corretamente identificam como o enfraquecimento do significado do compromisso – e portanto da confiança – em nossa sociedade.”
extraído do livro Construa Confiança de Robert C. Solomon e Fernando Flores
É fundamental que os administradores percebam a importância que o processo de construção de confiança tem para suas organizações e comecem a trabalhar mais intensamente em prol deste processo a fim de que as bases de nossas relações deixem de ser o medo, o poder ou o controle e passem a residir mais na geração dinâmica de confiança mútua.
grande abraço,
Marcelo Mello
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A teia da vida – Todas as coisas são conectadas
“Isso nós sabemos.
Todas as coisas são conectadas
como o sangue
que une uma família…O que acontecer com a terra
acontecerá com os filhos e filhas da terra.
O Homem não teceu a teia da vida,
ele é dela apenas um fio.
O que ele fizer para a teia
estará fazendo a si mesmo.”Ted Perry (inspirado pelo Chefe Seattle), extraído do livro A Teia da Vida de Fritjof Capra.
Abraço,
Marcelo Mello
Flamengo HexaCampeão Brasileiro: Trabalho, Emoção e Barbárie
Caros amigos,
neste último domingo voltei a experimentar uma sensação que há 17 anos eu não sentia: ver meu time conquistar o Campeonato Brasileiro. Sem dúvida foi uma tarde memorável, daquelas para ficar gravada pra sempre na memória. E de tudo o que envolve uma conquista como essa, gostaria de destacar três palavras que, na minha opinião, resumem bem esse dia histórico: Trabalho, Emoção e Barbárie.
Trabalho porque após muitos anos eu finalmente vi o Flamengo deixar de ser uma espécie de colônia de férias para jogadores e mergulhar com verdadeira seriedade em um dia-a-dia de preparação árdua e profissional buscando efetivamente os resultados. E, ao meu ver, o principal responsável por essa fundamental mudança de atitude foi o técnico Andrade, que com muita humildade, respeito e dedicação, conquistou a vaga de treinador efetivo do time e levou um elenco mediano a uma conquista tão importante. Andrade demonstrou que com trabalho sério e constante, tudo se faz possível.
Emoção porque a experiência de ver o Maracanã (mesmo que somente pela TV) banhado em vermelho e preto, torcendo, sofrendo, chorando, cantando e, por fim, comemorando a conquista de um time que carrega a esperança da maior torcida do Brasil é indescritível.
E por fim, infelizmente a Barbárie de um grupo de pessoas que não são torcedores, mas sim vândalos e que conseguiram manchar com sangue um dia que tinha tudo para ser apenas de festa. As cenas de violência que esses bandidos protagonizaram no centro do Rio de Janeiro já se tornaram comuns no contexto do futebol brasileiro, futebol esse que deveria ser somente motivo de alegria e entretenimento, mas que, com triste freqüência, converte-se em justificativa para as mais atrozes ações humanas. Este grupo de marginais, que se dizem torcedores do Flamengo, ao lado dos muitos outros vândalos que destruíram o Estádio Couto Pereira e agrediram várias pessoas após o rebaixamento do Coritiba conseguiram ofuscar um pouco do brilho do encerramento do Campeonato Brasileiro mais disputado dos últimos tempos.
Abraço rubro-negro HEXA CAMPEÃO,
Marcelo Mello
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Dilbert – Employee engagement
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Coaching – Vivendo um processo de profunda transformação
Caros amigos,
na última semana conclui um processo de Coaching iniciado há alguns meses por sugestão de meu amigo e orientador, o Prof. Dr. Gentil Lucena. Foi um intenso e transformador caminho de auto-conhecimento e de exploração de um vasto repertório de distinções tremendamente úteis em todas as esferas de minha vida. Ao final de nossas sessões minha Coach me pediu que escrevesse um relato sobre minha percepção do que se passou ao longo de nossa jornada. Quero compartilhar com vocês minha tentativa de passar para o papel pelo menos uma pequena parte do que experimentei ao longo das poderosas conversas e reflexões realizadas:
Cara Margarita, quando você me pediu que escrevesse um relato de minha percepção acerca da influência de nossas sessões de coaching sobre o observador que sou eu, comecei a refletir sobre o que dizer, a que fatos me ater e a quais transformações dedicar mais atenção. Isto porque meu juízo é de que foram vários os aspectos impactados por nossas agradáveis conversas. Lembro-me de nosso encontro preliminar, ocorrido na biblioteca da UCB, no qual eu comecei a mostrar-me como um observador tenso, preocupado, “pesado”, preso a conceitos e “verdades” que limitavam profundamente minhas possibilidades de ação. Já naquela conversa, eu me lembro, você iniciou uma exploração mais profunda de minhas inquietudes e me convidou a iniciar uma jornada de reflexão e descobertas sobre mim mesmo.
Como comentei contigo, já nas primeiras sessões muitas coisas me parecem ter sido rapidamente reposicionadas, abrindo-me novas e interessantes possibilidades de ação, tais como o trancamento do mestrado e a adoção de uma postura diferente no trabalho. Outros pontos foram sendo trabalhados mais gradualmente, como por exemplo: como tratar minhas expectativas ou como aprimorar minha disciplina. E ainda restou pelo menos uma questão sobre a qual não foi possível mergulhar de forma mais profunda devido ao tempo de que dispúnhamos, que é a minha relação conflituosa com Brasília. Mas hoje sinto que, mesmo que não tenhamos dedicado mais tempo para essa questão, ela acabou sendo indiretamente aprimorada como reflexo de todas as outras questões que abordamos. O que quero dizer é que entendo que minha relação com Brasília é hoje bem menos conflituosa do que era há alguns meses, e também credito isso às mudanças que o coaching fomentou no observador que eu sou. Talvez Brasília nunca venha a ser minha “amada amante”, mas creio ser possível estabelecer com ela uma relação respeitosa, pelo menos um “cessar fogo”.
Neste momento em que completamos nossas 10 sessões, sinto-me bastante seguro para afirmar que a contratação do Coaching foi, sem dúvida alguma, a melhor decisão que já tomei nos últimos tempos. Hoje sou uma pessoal mais segura, mais inteira e, sem dúvida, mais humana. Creio que hoje sou capaz de me entender um pouco melhor e, com isso, amplio também a minha capacidade de entender e acolher as pessoas a minha volta. Tenho evidências de que isso está ocorrendo no meu trabalho e na minha família, ambientes nos quais passo a maior parte do meu tempo.
Em algum momento de nosso percurso, lembro-me que te disse que gostaria de ser um ser humano melhor, mais solícito para com os outros. Bem, entendo que estou avançando nesta direção e os resultados disso são fantásticos. Sinto-me mais conectado com as pessoas com as quais interajo e vejo o quão mais efetivo e mais leve este tipo de conexão me torna.
Cabe salientar que todas essas transformações estão me direcionando a produzir um trabalho de pesquisa focado na dimensão emocional das pessoas no contexto de nossas organizações. Vejo nesse fato uma clara evidência de como o processo de Coaching foi fundamental para revelar as inquietudes mais profundas que habitam meu Ser, mas que estavam sufocadas e escondidas debaixo de algumas “armaduras” adquiridas ao longo dos anos. Hoje vejo com clareza que não criamos rotinas defensivas apenas em nossas organizações, as criamos em todos os contextos de nossas vidas e, quando não nos damos conta disso, colocamos em risco tudo aquilo que nos é mais valioso.
Por fim, só me resta agradecer a você e ao prof. Gentil, por todo apoio que me deram, e continuam me dando em minha trajetória, não só no Mestrado, mas na vida como um todo. O impacto das transformações que vocês estão ajudando a realizar não se restringem somente a mim, mas se estendem a todos aqueles que fazem parte de minha rede de relações e aos que fazem parte das redes dos que se relacionam comigo, e assim sucessivamente. Creio que esse é um excelente caminho para construirmos um mundo melhor, mas humano e mais rico em TERNURA.
MUITO OBRIGADO!!!
Cinema – 2012, o melhor fim do mundo de todos os tempos
Caros amigos,
eis que no último fim de semana este infiel cinéfilo voltou a uma sala de cinema para assistir ao blockbuster do momento: ‘2012′. O filme, que já está batendo recordes de bilheteria, retrata um cataclismo de proporções globais que ameaça por um ponto final em nosso planeta, confirmando o que previa o antigo calendário Maia. É neste pano de fundo que alguns intrépidos indivíduos mergulham em uma aventura cheia de ação em busca de uma chance de sobrevivência. Durante sua jornada, os personagens principais se deparam com um planeta em completa destruição: chuvas de meteoros, terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e outros desastres naturais ocorrem em todos os cantos da terra. Mas em um ponto remoto do planeta existem algumas “arcas” construídas secretamente pelas nações mais poderosas do mundo (G8) para salvar alguns poucos privilegiados ($$$ cada “passagem” custa a bagatela de 1 bilhão de euros… $$$).
Analisando as atuações, meu destaque vai para Zlatko Buric que interpreta o russo Yuri Karpov (a cena em que ele liga um moderno carro importado com um estrondoso comando de voz arranca algumas risadas na sala do cinema) e para Woody Harrelson como o profético e alucinado radialista Charlie Frost. Já a atuação de John Cusack como protagonista me pareceu apenas razoável, assim como a de sua ex-esposa, interpretada por Amanda Peet. A participação de Danny Glover como o altruísta Presidente dos Estados Unidos também ficou um tanto o quanto apagada.
Tenho que admitir que o tema não é nada original e que o roteiro é cheio de clichês e, em várias situações, bastante piegas, mas como admirador que sou das produções de Hollywood, me deliciei com os extraordinários efeitos especiais utilizados sem economia nas várias seqüências de destruição exibidas ao longo do filme. Minha avaliação é de que se trata de uma superprodução que vale a pena ser vista pois, apesar de seus vários pontos fracos (entre eles a longa duração) ele proporciona ao expectador momentos de efetiva diversão e, mesmo que ao final o mundo não tenha de fato acabado, me arrisco a afirmar, sem sombra de dúvida, que este é o melhor filme de fim do mundo de todos os tempos.
grande abraço e boa diversão,
Marcelo Mello
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Al Alba de las Emociones – Entre a razão e a emoção
Caros amigos,
minha principal leitura atualmente é um livro chamado Al Alba de las Emociones, o qual ganhei de um de meus orientadores, o Prof. Dr. Gentil Lucena, a quem admiro profundamente e serei eternamente grato por ter me despertado para a singularidade e inigualável beleza do fenômeno humano. Costumo dizer, com toda a sinceridade, que somente este “dar-se conta” do mundo sob o viés ontológico e da riqueza que reside em uma simples interação entre duas pessoas já fez todo o tempo (e dinheiro) investido no mestrado valer a pena.
O livro em questão trata com extrema maestria de uma das dimensões que nos constitui como seres humanos, a Emocionalidade, e sua autora, Susana Bloch, descreve o método Alba Emoting, desenvolvido por ela, o qual é definido como “um processo físico, direto, que consiste, antes de mais nada, na ativação voluntária de certos ritmos respiratórios e, em seguida, de certos músculos do corpo e do rosto, além de certas atitudes posturais, tudo isso relacionado com uma dada emoção básica”. Trata-se de uma leitura fantástica, sobretudo por ser a Emocionalidade o foco de minha Dissertação.

Escreverei mais sobre esse livro em futuros posts, mas por enquanto compartilho com vocês um dos muitos poemas constantes no texto e que aborda com profunda beleza a eterna discussão sobre o que é mais importante: a razão ou a emoção? Eu, particularmente, fico com o equilíbrio…
En dos partes dividida
Tengo el alma en confusión
Una, esclava a la pasión.
Y otra, a la razón medida
Guerra civil encendida,
Aflige el pecho importuna:
Quiere vencer cada una,
Y entre fortunas tan varias,
Morirán ambas contrarias
Pero vencerá ninguna.
Poema de Sor Juana Inés de la Cruz, extraído do livro Al Alba de las Emociones, de Susana Bloch (pág. 123)
Um grande abraço e belas emoções a todos,
Marcelo Mello
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Oficina de OKA – Parte 2
Olá amigos,
estou de volta para compartilhar com vocês minha percepção sobre o segundo e último dia da oficina “Diagnosticando a Gestão do Conhecimento nas Organizações Públicas utilizando o método OKA – Organizational Knowledge Assessment”, então vamos lá:
O evento teve seu reinício às 08:00 hs da manhã com a retomada do preenchimento do questionário do OKA no laboratório. A ideia era que os participantes passassem por todas as questões a fim de conhecer completamente o instrumento, bem como identificar pontos de melhoria nas perguntas e/ou no software SYSOKA.
Na sequência, o prof. Fresneda apresentou-nos o Portal das Comunidades Virtuais do Governo Federal (http://catir.softwarepublico.gov.br/), ambiente colaborativo utilizado por diversos órgãos da administração federal para a promoção da colaboração e da interatividade entre os servidores e no qual já existe uma comunidade para congregar os interessados no desenvolvimento e promoção do método OKA. Após essa apresentação, a profa. Maria de Fátima fez um breve relato sobre suas experiências com a aplicação do método OKA em algumas organizações públicas, enfatizando o que ela considera ser um dos principais pontos de atenção, a seleção das pessoas que irão responder ao questionário. Segundo ela, essa amostra tem de representar todo o organograma da instituição objeto do diagnóstico a fim de que os resultados possam, de fato, traduzir a visão da organização como um todo.
Após o almoço, retomamos o evento com uma apresentação do meu colega mestrando Renato Camões que está trabalhando sob a orientação do prof. Fresneda na proposta de um método de aplicação do OKA. Ele apresentou os resultados de seu trabalho até aqui e pediu o apoio de todos os participantes no sentido de buscar aplicar o OKA em suas organizações, fornecendo assim subsídios para o seu trabalho.
Encaminhando-se para o fim da oficina, o prof. Fresneda conduziu um brainstorm com a turma acerca das seguintes questões:
- Quais são os principais benefícios identificados na aplicação do método OKA?
- Quais são os principais fatores dificultadores na aplicação do método OKA?
- Que sugestões vocês têm para “turbinar” o item 1 e minimizar o item 2?
Além das questões acima, Fresneda também instigou-nos a refletir sobre o que ele chama de “Day after“, ou seja, sobre que ações práticas pretendemos adotar em nossas organizações após esse treinamento. A conversa foi bastante efetiva e várias pessoas declararam que irão envidar esforços para aplicar o método em suas instituições, alguns em equipes menores (como piloto) e outros no âmbito de toda a organização.
Por fim, houve a entrega dos certificados de participação e findou-se o evento.

Minha avaliação sobre o evento é bastante positiva. Entendo que a oficina foi muito bem organizada, tanto em seus aspectos pedagógicos quanto em relação à sua estrutura. Creio ainda que trata-se de uma iniciativa ímpar para a disseminação e fomento da GC no âmbito público e que as pessoas que estão conduzindo tal atividade merecem, sem dúvida alguma, a denominação de Ativistas do Conhecimento.
Quanto ao método OKA, minha percepção é de que trata-se de algo em construção, mas com enormes potencialidades e várias possibilidades imediatas. Se é verdade que ainda há muito o que melhorar, é igualmente verdadeiro que muito já foi feito e que o método hoje já oferece vantagens concretas para quem se dispõe a utilizá-lo, dentre elas a condição de diagnosticar o ponto em que se encontram a organização e seus membros em relação aos processos de GC.
Particularmente, minha intenção é aplicar o método no âmbito da minha equipe de trabalho, em caráter de piloto, a fim de obter alguns resultados que possam auxiliar na “venda” da ideia para os escalões superiores.
Bem, acho que é só. Um grande abraço e um excelente fim de semana a todos,
Marcelo Mello
Oficina de OKA – Parte 1
Caros amigos,
nestes dias 22 e 23 de outubro estou participando aqui em Brasília da 3a. edição da Oficina “Diagnosticando a Gestão do Conhecimento nas Organizações Públicas utilizando o método OKA – Organizational Knowledge Assessment”, promovido pelo Comitê Executivo da Gestão do Conhecimento e da Informação Estratégica (CT-GCIE) e pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Trata-se de um evento que visa promover e disseminar conhecimentos acerca do método OKA, o qual foi concebido na década de 90 pelo Banco Mundial nos Estados Unidos e que se propõe a ser uma ferramenta para o diagnóstico da Gestão do Conhecimento nas organizações. O foco deste evento são as organizações públicas, mas os conceitos apresentados se aplicam, de maneira geral, também às empresas privadas. Eis um breve resumo do primeiro dia da oficina:
O evento que teve início aproximadamente às 08:30hs tem a condução do Prof. Dr. Paulo Fresneda, pesquisador da Embrapa e professor do Programa de Mestrado em Gestão do Conhecimento e Gestão de TI da Universidade Católica de Brasília – UCB, além de Marcos Papa e Renato Camões, respectivamente Mestre e Mestrando em Gestão do Conhecimento pela UCB. Participam ainda como convidados especiais desta edição o Sr. Heitor José Pereira, presidente da SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento – e a Sra. Maria de Fátima Peregrino Torres, presidente do pólo Pernambuco da SBGC e pesquisadora do método OKA.
Durante a parte da manhã, o Prof. Fresneda apresentou conceitos introdutórios sobre Gestão do Conhecimento, bem como realizou uma breve explanação sobre o histórico e sobre a atual situação das iniciativas de GC na esfera do Governo Federal. Ocorreram várias trocas de idéias entre os participantes e as conversas foram pautadas principalmente pelas sérias dificuldades existentes na esfera pública para o avanço das políticas e práticas efetivas de GC, como por exemplo a injustificada demora para aprovação da Política Nacional de Gestão do Conhecimento.
Após o almoço, o Sr. Marcos Papa introduziu o método OKA e o software, criado no âmbito do Programa de Mestrado da UCB, chamado SYSOKA que tem por objetivo automatizar o processo de aplicação do questionário que compõe o método e reforçou aquilo que já havia sido dito pela manhã: que o OKA é um método ainda em construção e que sua evolução deve ocorrer por meio de seu uso e, para ilustrar essa ideia, foi exibido esse interessante vídeo:
Na sequência nós nos dirigimos para um laboratório onde iniciamos a parte “hand-on” da oficina, na qual tivemos a oportunidade de utilizar o SYSOKA e conhecer suas funcionalidades. Durante o restante da tarde ficamos simulando o preenchimento do questionário de 199 perguntas que compõe o método por meio da ferramenta SYSOKA.
É isso aí, por hoje é só. Amanhã volto para compartilhar minhas impressões sobre o segundo dia do evento e fazer uma avaliação final da oficina e de como eu percebo o método OKA.
Grande abraço e até amanhã,
Marcelo Mello
Publicado em Gestão do Conhecimento, Mestrado em Gestão do Conhecimento e Gestão de TI, Tecnologia | Tags:CATIR, Construindo o avião no ar, Diagnóstico, EDS, Gestão do Conhecimento, Gestão Pública, Método OKA, Oficina, OKA, Organizational Knowledge Assessment, Prof. Dr. Paulo Fresneda, SBGC, Treinamento






