Olá pessoal,
primeiramente, quero comunicar a vocês que, há uma semana, estou em férias. Passei esta última semana viajando e acabei não escrevendo nenhum post. Tenho que admitir que no início eu estava propenso a escrever, mas acabei decidindo ficar alguns dias “desconectado” e dedicando todo o meu tempo para descansar, passear, jogar conversa fora ou, simplesmente, ficar sem fazer nada. Confesso que, num primeiro momento, isto me pareceu um pouco complicado, desligar-me de todo o aparato digital que nos cerca, mesmo que somente por alguns dias, não foi uma tarefa das mais fáceis, mas com um “pequeno incentivo” de minha esposa eu consegui e gostaria de dizer que foi muito bom.

Recentemente escrevi um post sobre a pane no sistema da empresa Telefônica e comentei sobre como nosso modo de vida é dependente dos sistemas de informação e comunicação (clique aqui para ler). Tal dependência tem, com certeza, uma razão operacional, afinal de contas tais sistemas viabilizam uma infinidade de atividades fundamentais de nossa sociedade. Contudo, acredito que esta dependência tem também um considerável aspecto pessoal, que se origina do hábito que adquirimos de estar 24 horas online. Estamos sempre checando nossas contas de email, visitando nossos cursos online, acessando o home banking, lendo a versão digital de nossos jornais preferidos, trocando mensagens instantâneas ou escrevendo o próximo post de nosso blog pessoal. Não importa exatamente o porque de nossa conexão, mas o fato é que o ritmo frenético do mundo nos condiciona a estarmos sempre ligados, conectados, online.

Há poucos meses atrás, um grande amigo, provavelmente percebendo o ritmo acelerado de minha vida, enviou-me um texto muito interessante chamado “Os domingos precisam de feriados” (clique aqui para ler). Este texto, escrito pelo rabino Nilton Bonder fala fundamentalmente da importância de inserirmos pausas em nossa correria diária e nos convida a refletir sobre o tratamento que damos este bem tão precioso chamado tempo. Após esta última semana, tenho que fazer coro com o rabino Nilton: a vida precisa de pausas, sejam elas longas como umas boas férias ou curtas como uma simples caminhada no parque, mas precisamos inserir pausas em nossas vidas para recarregarmos nossas energias, refletirmos sobre nossas ações, planejarmos nossos próximos passos, ou apenas para respirarmos e então retomarmos, com serenidade e firmeza, nosso jornada tão cheia de desafios. Acredito fortemente que devemos sempre buscar o equilíbrio a fim de que possamos alcançar nossos objetivos sem deixarmos pelo caminho nada que nos seja caro.
Um grande abraço,
Marcelo Mello (ainda em férias)
E que excelente pausa esta, hein!!!
Aproveite-a, vocês merecem, afinal “A pausa é que dá sentido à caminhada”.
Grande abraço…
Por: Fernando em 22/07/2008
às 17:54
Caro Marcelo,
“Não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.”
O meu grande abraço.
Karl Verner
Por: karl em 20/07/2009
às 21:17
Karl,
muito obrigado por sua visita e por sua contribuição.
abraço,
Marcelo Mello
Por: Marcelo Mello em 21/07/2009
às 11:09