20 anos sem Ayrton Senna do Brasil…

Amigos,

ontem, 01/05/2014, passei boa parte do dia assistindo a vídeos e lendo diversos textos sobre a vida e os feitos de Ayrton Senna. Foi minha forma simples e sincera de homenagear aquele que, sem dúvida alguma, foi o herói da minha juventude e que há exatos 20 anos morreu fazendo o que mais amava no circuito de Ímola (Itália).

Para mim, não há dúvida alguma que Ayrton foi o maior piloto de F1 de todos os tempos e não tenho receio de dizer que, diante do que a categoria se tornou (com excessivo uso de recursos tecnológicos e de regras chatas pra caramba), não haverá outro nem próximo do que ele foi.

Sinto muito falta do Senna e de tudo o que ele nos proporcionava naquelas manhãs de domingo, mas a vida me ensinou que por mais saudade que sintamos, infelizmente, não dá para voltar no tempo.

Ayrton Senna foi embora muito cedo, contudo, para além da profunda tristeza de sua ausência, ele nos deixou um legado de feitos extraordinários que fizeram dele um mito e um referencial de disciplina, dedicação, superação e profissionalismo.

Hoje o Instituto Ayrton Senna, idealizado por ele e materializado por sua família, ajuda a melhorar a educação de aproximadamente 2 milhões de alunos em mais de 1300 cidades brasileiras. Queira Deus que estas crianças se desenvolvam plenamente, tenham oportunidades e, assim, tornem-se profissionais competentes, cidadãos atuantes e pessoas felizes. Queira Deus que sejam um pouco Ayrton Senna…

Ayrton Senna

Abraço,

 

Marcelo Mello

House

Caros amigos,

Ontem comemorei meu 34. aniversário e um dos presentes que recebi de minha amada esposa foi um box com todas as oito temporadas do seriado House.

House

Sou super fã desta que considero a melhor série dramática já produzida, e nem preciso dizer que fiquei extremamente feliz com o presente. Na minha opinião, o que fez com que House se tornasse um sucesso de crítica e audiência foi a complexidade e a profundidade de seu personagem principal, brilhantemente interpretado pelo ator britânico Hugh Laurie.

Vou assistir novamente (com o maior prazer) todos os 176 episódios desta fantástica série, relembrando e me divertindo com as ideias, conflitos e dilemas do médico mais controverso da TV.

Abraço,

Marcelo Mello

Sinais de um futuro que está emergindo

Caros amigos,

neste semestre terei novamente a honra de acompanhar uma turma no Prof. Dr. Gentil Lucena no Programa de Mestrado em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação – MGCTI – da Universidade Católica de Brasília – UCB, e desta vez como monitor da turma de GRO – Gestão de Relacionamentos nas Organizações, a qual também será, ao que tudo indica, o objeto de pesquisa para minha Dissertação.

No segundo encontro da disciplina, realizado no dia 09/03/2010, conversamos, entre outras coisas, sobre os sinais de mudança que podemos observar a nossa volta, e eu citei como exemplo um comercial de TV do Banco Santander que, ao meu ver, reflete bem como novos paradigmas já começam a se manifestar na postura das organizações. Veja o vídeo:

Alguns poderão dizer (não sem razão) que as declarações feitas no comercial acima podem não passar de um discurso sem coerência com a prática. De fato, isso é possível. Sabemos que não é raro haver um distanciamento muito grande entre o que dizemos e o que realmente fazemos, ou como bem colocam Chris Argyris e Donald Schön, entre nossa Teoria Esposada e nossa Teoria em Uso. Mas a questão é que a mudança que vislumbramos em nossas vidas, nossas organizações e em nossa sociedade não é trivial. Entendemos que estamos vivenciando uma transição entre duas eras, um momento histórico no qual a era pós-industrial, com seus modelos de produção alicerçados na exploração desenfreada dos recursos naturais e em paradigmas de gestão burocráticos e de comando e controle, está morrendo e dando lugar a era do conhecimento, calcada na sustentabilidade, em modelos de negócio que privilegiam as conversas efetivas entre todos os intervenientes, na necessidade de constante inovação e na emergência dos trabalhadores do conhecimento que, nas palavras sábias de Peter Drucker, “têm o poder de decidir a cada manhã o que irão fazer naquele dia”.

Uma transição dessa magnitude não pode ocorrer da noite para dia, pois requer a substituição de paradigmas estruturais de nossas organizações, mas tenho convicção de que o processo já está em pleno andamento e de que veremos sinais cada vez mais concretos disso. Espero que, além de declarações poderosas, como a do belo comercial acima, possamos ver também ações práticas que reflitam esse futuro rico em possibilidades que quer emergir.

Um abraço,

Marcelo Mello