Society (Eddie Vedder)

Amigos,

compartilho mais uma canção que figura no topo da lista das que mais gosto. Espero que vocês também gostem. Ela faz parte da trilha sonora de um filme fantástico chamado Na Natureza Selvagem (Into the Wild).

grande abraço e até o próximo post,

Marcelo Mello

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Cinema – 2012, o melhor fim do mundo de todos os tempos

Caros amigos,

eis que no último fim de semana este infiel cinéfilo voltou a uma sala de cinema para assistir ao blockbuster do momento: ‘2012’. O filme, que já está batendo recordes de bilheteria, retrata um cataclismo de proporções globais que ameaça por um ponto final em nosso planeta, confirmando o que previa o antigo calendário Maia. É neste pano de fundo que alguns intrépidos indivíduos mergulham em uma aventura cheia de ação em busca de uma chance de sobrevivência. Durante sua jornada, os personagens principais se deparam com um planeta em completa destruição: chuvas de meteoros, terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e outros desastres naturais ocorrem em todos os cantos da terra. Mas em um ponto remoto do planeta existem algumas “arcas” construídas secretamente pelas nações mais poderosas do mundo (G8) para salvar alguns poucos privilegiados ($$$ cada “passagem” custa a bagatela de 1 bilhão de euros… $$$).

Analisando as atuações, meu destaque vai para Zlatko Buric que interpreta o russo Yuri Karpov (a cena em que ele liga um moderno carro importado com um estrondoso comando de voz arranca algumas risadas na sala do cinema) e para Woody Harrelson como o profético e alucinado radialista Charlie Frost. Já a atuação de John Cusack como protagonista me pareceu apenas razoável, assim como a de sua ex-esposa, interpretada por Amanda Peet. A participação de Danny Glover como o altruísta Presidente dos Estados Unidos também ficou um tanto o quanto apagada.

Tenho que admitir que o tema não é nada original e que o roteiro é cheio de clichês e, em várias situações, bastante piegas, mas como admirador que sou das produções de Hollywood, me deliciei com os extraordinários efeitos especiais utilizados sem economia nas várias seqüências de destruição exibidas ao longo do filme. Minha avaliação é de que se trata de uma superprodução que vale a pena ser vista pois, apesar de seus vários pontos fracos (entre eles a longa duração) ele proporciona ao expectador momentos de efetiva diversão e, mesmo que ao final o mundo não tenha de fato acabado, me arrisco a afirmar, sem sombra de dúvida, que este é o melhor filme de fim do mundo de todos os tempos.

grande abraço e boa diversão,

Marcelo Mello

Cinema – Salve Geral, depois de parar São Paulo agora o PCC quer um Oscar

Caros amigos,

cá estou eu, após vários dias sem postar volto para compartilhar minha mais recente ida ao cinema. Nesta noite de sexta-feira fui assistir à estréia de “Salve Geral”, um filme do diretor Sérgio Rezende e protagonizado pela veterana atriz Andréa Beltrão. O filme retrata o fim de semana do dia das mães de 2006, quando o PCC – Primeiro Comando da Capital – coordenou uma série de ataques a postos policiais, ônibus, bancos e prédios públicos no estado de São Paulo, além de várias rebeliões em presídios por todo o país em represália à transferência de seus líderes para presídios de segurança máxima. É neste turbulento cenário que Andréa Beltrão vive a professora de piano Lúcia, que passando por sérias dificuldades financeiras após a morte do marido, vê seu filho único ser condenado por assassinato. A parti daí, ambos se veem envolvidos na seqüência de fatos violentos que pararam São Paulo e chocaram o Brasil.

salvegeral

Minha primeira surpresa foi encontrar a sala de cinema praticamente vazia. Por ser esse o candidato brasileiro a uma indicação ao Oscar 2010, eu imaginava encontrar mais pessoas prestigiando essa noite de estréia. Quanto ao filme, gostei bastante da produção e do roteiro. A história flui bem, mas senti falta de um pouco mais de emoção na interpretação dos dois personagens principais. Tanto Andréa Beltrão, quanto o jovem ator Lee Thalor, que interpreta seu filho Rafael, não me pareceram demonstrar a intensidade que a história demanda. O destaque positivo vai para as atuações de Denise Weinberg que interpreta a advogada “Ruiva” e dos atores que dão vida ao chefes do PCC. De qualquer forma, na minha avaliação, trata-se de um bom filme, mas infelizmente, não tão bom a ponto de merecer um Oscar.

Para quem quiser ter uma ideia do que vai encontrar na sala de cinema, eis o trailler de “Salve Geral”:

Grande abraço,

Marcelo Mello

Cinema – Anjos e Demônios, a tela do cinema parece pequena para Dan Brown

Olá amigos,

além da gestão do conhecimento, da aprendizagem organizacional, da ontologia da linguagem e das modernas práticas de gestão, eu também me interesso por cinema. Na verdade, sou apaixonado por filmes, apesar de atualmente, devido aos compromissos profissionais e com o Mestrado, eu ter de admitir que a designação mais adequada para mim seria a de um cinéfilo “não-praticante”. De qualquer forma, após alguns meses longe da sétima arte, ontem eu fui ao cinema para assistir “Anjos e Demônios”, filme baseado no best-seller de mesmo nome do autor Dan Brown.

anjosdemnios

Confesso que não foi sem receio que escolhi esse filme para meu retorno às confortáveis poltronas do cinema, principalmente depois de minha profunda decepção com “O Código Da Vinci”, adaptação para o cinema de outro sucesso de vendas de Dan Brown. Mas creio que os produtores aprenderam com as falhas do primeiro filme, pois em “Anjos e Demônios” a adaptação do roteiro foi muito melhor realizada e, ao contrário de seu predecessor, o ritmo do filme não é excessivamente acelerado, permitindo que o espectador acompanhe a história sem ter a sensação de estar em uma corrida de 100m rasos.

De qualquer forma, ainda fica evidente a dificuldade de se adaptar a obra de Dan Brown para o cinema. Seu estilo fascinante de construir histórias, apresentando-as como uma série de retalhos ricos em importantes detalhes, que vão sendo brilhantemente costurados até o inesperado final, ainda representa um desafio para os roteiristas que precisam empacotar essas fantásticas ideias no formato comercial da indústria de Hollywood.

De qualquer forma, minha opinião é que “Anjos e Demônios”, apesar de ainda estar aquém do livro, é um bom filme e vale o ingresso. A pergunta que fica é: será que veremos em breve “A Fortaleza Digital” e “Ponto de Impacto” nas telonas? Muito provavelmente sim, afinal de contas, seja com um roteiro bom ou sofrível, o fato é que esses filmes são sucesso de bilheteria garantido.

abraço,

Marcelo Mello