Educação: o verdadeiro caminho para a mudança.

Caros amigos,

a palavra do momento é, sem dúvida, MUDANÇA. O mundo todo respira agora em uma atmosfera de esperança de que os graves problemas sociais, econômicos e ambientais sejam superados e que o mundo mude para melhor. Porém, minha opinião é que a mudança da situação atual passa necessariamente por uma mudança de atitude, e mais ainda, por uma reconstrução dos solidificados modelos mentais que regem a atual sociedade global e que tal transformação está longe de ser simples. Mudar nossa forma de enxergar o mundo e, sobretudo, entender nosso papel nele, é algo que requer muita força e dedicação, mas é pré-requisito para que possamos criar um novo modelo de vida para uma humanidade mais sustentável.

Obviamente, precisamos também pensar nas gerações futuras. Como podemos construir a formação de nossas crianças de forma que elas aprendam a colaborar mais que competir, a compartilhar mais  que acumular, a preservar mais que consumir e a tolerar mais que agredir. Sem dúvida, esta mudança passa por uma total e completa revisão de nosso tradicional sistema de educação. Ainda ontem tive a oportunidade de ler um post no blog do Marcelão (clique aqui para ler) que abordava o tema educação. Nele há um vídeo muito interessante de uma palestra de Ken Robinson, professor e pesquisador da área de educação, no qual ele apresenta sua teoria de que as escolas estão matando a criatividade e a capacidade de inovação que são inatas em nossas crianças. Segundo ele, os sistemas educacionais de todo o mundo não valorizam o ensino de disciplinas que fomentem a criatividade dos estudantes focando-se, exclusivamente, na transmissão de conhecimentos tradicionais.

Se observarmos os complexos problemas que temos que enfrentar (crise econômica, aquecimento global, conflitos armados, etc), me parece um pouco ilógico que estejamos formando pessoas pouco capazes de criar e inovar. Me parece absurdo que falemos tanto em mudanças e em transformações sociais e, nossas escolas, sobretudo as públicas, ainda ensinem as mesmas coisas e da mesma maneira que faziam em gerações passadas. Não sei descrever minuciosamente como deveria ser a escola ideal, mas gostaria de compartilhar um poema do imortal Carlos Drummond de Andrade que nos dá uma boa idéia de por onde podemos começar:

“Para Sara, Raquel, Lia e para todas as Crianças”
Carlos Drummond de Andrade

Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.

Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal

Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.

Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.

E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.

Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.

Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.

Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando
corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações… pedrinhas… só porcariinhas!… fazendo vocês aprenderem brincando…

Oh! meu Deus!

Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.

Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos…

Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos “prontos”,
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.

Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo…

Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.

Que vocês aprendessem
a transformar e criar.

Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.

Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.

Fonte: http://www.bancodeescola.com/andrade.htm

Acredito que as mudanças que almejamos ver no mundo passam, então, por estes dois estágios: primeiro, mudar nossos modelos mentais e, por conseqüência, nossa forma de atuar, e segundo, repensar nosso sistema educacional para que possamos formar cidadãos mais ativos e conscientes de seu papel na construção de uma humanidade mais próspera e sustentável para todos.

grande abraço,

Marcelo Mello

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KM BRASIL 2008 – Parte III (29/08/2008)

O último dia de KM Brasil 2008 começou com uma palestra de Frèdéric Donier da Câmara de Comércio França Brasil sobre o tema “Conhecimento, inteligência e management – o desafio cultural para as organizações”. Frèdéric abordou a Gestão do Conhecimento e a Inteligência Competitiva sob a ótica da cultura organizacional e explanou, baseado em sua rica experiência tanto na CCFB quanto como consultor em empresas brasileiras e francesas, sobre os desafios culturais que as organizações têm que enfrentar e vencer para conseguir adotar práticas efetivas de GC e IC. Ele apresentou então uma proposta de modelo para a implementação de uma Inteligência Estratégica Participativa na qual todas as pessoas colaboram para a construção de um sistema no qual a empresa reage mais rapidamente e até consegue antecipar as mudanças competitivas do mercado. Novamente a questão central é a colaboração sustentada por redes sociais com o objetivo de melhorar as capacidades da organização.

Em seguida, houve mais uma mesa de discussões com o tema “Conhecimento como estratégia competitiva de país” e da qual participaram o prof. James Wright da FEA/USP, o prof. Shu Yong da FGV, Irani Varella da Petrobrás e Alzira de Fátima Vieira do SEBRAE. O prof. James Wright apresentou alguns pontos interessantes oriundos de seus estudos sobre cenários futuros, à partir dos quais ele identificou os seguintes desafios do conhecimento a serem enfrentados pelo Brasil:

– Conquistar a liderança intelectual no mundo emergente;
– Antecipar ameaças e oportunidades: prever tendências e cenários;
– Criar e compartilhar uma visão inspiradora do futuro desejado;
– Formular uma estratégia para o país;
– Cultivar a educação e a geração de conhecimentos e competências fundamentais para o futuro;
– Desenvolver a capacidade de enfrentar ameaças; a previsão nunca é perfeita;
– Desenvolver lideranças com visão de futuro e competências na implementação das mudanças sociais;

Após a apresentação das idéias do prof. Wright, os demais participantes apresentaram iniciativas e práticas das quais eles e suas organizações têm tomado parte no sentido de agregar mais competitividade aos setores público e privado do país. Esta mesa de discussões voltou à ressaltar a importância de se buscar também a excelência na gestão pública como forma de viabilizar um país mais competitivo e com melhor qualidade de vida para todos.

Após o almoço, participei das duas últimas mesas de discussão desta edição 2008 do KM Brasil com os temas “Aprendizagem Organizacional” e “Gestão por competências”. Organizações como Vale do Rio Doce, Faber Castell, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Metrô de São Paulo e Companhia Paranaense de Energia Elétrica discutiram estes temas tão importantes e tão relacionados à Gestão do Conhecimento, apresentando iniciativas e práticas por eles adotadas e que vêm apresentando resultados relevantes em suas organizações. Destaque para o programa de retenção do conhecimento da VALE e para as práticas de explicitação do conhecimento tácito adotadas pelos Correios. Com relação à gestão por competências, meu destaque vai para a afirmação, por parte dos participantes da mesa, de que não se deve atrelar o sistema de avaliação por competências a nenhuma forma de recompensa a fim de não correr o risco de distorcer os resultados das avaliações.

Bem amigos, acredito que é isto. A idéia aqui foi compartilhar com vocês um pouco da experiência vivida ao longo dos três dias do evento KM BRASIL 2008, no qual tive a oportunidade de ouvir, conversar e conviver com as algumas das maiores autoridades do mundo em Gestão do Conhecimento. Minha conclusão é que todos saem de um evento como este com mais perguntas do que respostas, mas tal fato, longe de ser motivo de frustração ou preocupação, é causa de instigantes reflexões e renovada energia para continuarmos a evolução de nossos pensamentos sobre GC. Obviamente a tarefa não é fácil, pois como afirma o prof. Paulo Fresneda, temos o privilégio de vivenciarmos uma transição entre duas eras totalmente distintas em seus fundamentos e paradigmas e, diante disso, não podemos esperar facilidades. Porém, acredito fortemente que espaços de discussão e compartilhamento como o KM BRASIL são a força propulsora que nos aproxima cada vez mais da tão almejada sociedade do conhecimento, a qual espero, nos traga como frutos não apenas empresas mais eficientes e socioambientalmente responsáveis, mas também e sobretudo, uma país mais desenvolvido e uma sociedade mais justa e humana. E que venha o KM BRASIL 2009 em Salvador-BA.

KM BRASIL 2008 – Parte II (28/08/2008)


Olá amigos,

estou de volta para compartilhar com vocês as atividades realizadas no segundo dia do KM BRASIL 2008. O dia começou com uma das palestras mais aguardadas do evento, “PEOPLE 2.0 – trabalhando em um mundo 2.0”, com o pesquisador britânico David Gurteen. Foi uma palestra, ou como David prefere chamar, uma conversa bastante produtiva. Ele nos apresentou seu entendimento de que, para viabilizar a efetiva utilização de ferramentas sociais da WEB 2.0, nós precisamos de “gerentes 2.0” que formem “pessoas 2.0”. Ele afirmou saber que esta mudança não é fácil, mas que as organizações já estão começando a experimentar estas ferramentas. Para David, não apenas a WEB agora é 2.0, mas o conjunto de mudanças ocorridas nos últimos anos resultaram em um “mundo 2.0”, ou seja, um mundo no qual os paradigmas tradicionais já não são suficientes e que demanda das organizações novas e revolucionárias formas de fazer as coisas. Neste contexto, também a Gestão do conhecimento, que em seu início era centrada em tecnologia e posteriormente passou a fundamentar-se nas pessoas, entra agora em sua fase 2.0, passando a focar as redes sociais como mecânismo para a criação e o compartilhamento do conhecimento. Ainda segundo Gurteen, estas são algumas das principais características da GC 2.0:

– diz respeito à estimular as redes sociais e a interação entre os membros destas redes;
– não é substituta, mas sim complementar às visões anteriores da GC (focadas em ferramentas e pessoas);
– está muito mais centrada em conversas e estórias organizacionais;
– não busca controlar, mas estimular e confiar nas pessoas;

David afirmou ainda que, graças às mudanças ocorridas no mundo, nós hoje temos voz, nós podemos influenciar o destino da humanidade, nós somos participantes dos processos sociais e, de maneira geral, nós queremos fazer a diferença no mundo. Além disso, a revolução da informação resultou em um cenário no qual nós não podemos mais ser enganados ou controlados e que nos dá a liberdade para colaborarmos com quem quisermos sobre o que quisermos. Desta forma, reforça-se o grande desafio: como conseguir a participação e a mútua colaboração entre as pessoas da organização, dado o grau de autonomia e independência que os novos trabalhadores do conhecimento possuem? Esta ainda é uma questão que demanda alguma reflexão.

Esta conversa com David Gurteen veio corroborar a maioria dos conceitos apresentados no primeiro dia do evento: as redes sociais devem ser o foco das organizações que querem promover uma GC efetiva e agregadora de valor; a organização deve fomentar a criação e o fortalecimento destas redes sociais e, para tanto, as ferramentas sociais disponibilizadas pela tecnologia de WEB 2.0 são bastante úteis. Gurteen encerrou sua participação com uma frase que sintetiza muito bem suas idéias: “We are moving to a participatory ‘we world'”.

Após a excelente palestra de David Gurteen, participei de outra interessante mesa de discussão sobre rede de conhecimento na inovação, a qual contou com a participação Ricardo Kahan da Telefônica, Eduardo Rezende da INATEL, Prof. Guilherme Ary Plonski da ANPROTEC, Ingrid Stoeckicht da INEI e André Saito da FGV que atuou como coordenador dos debates. Os participantes destacaram as diferenças entre a inovação incremental, que se limita a aprimorar produtos/serviços/processos já existentes e a inovação chamada disruptiva ou radical, que se propõe a ser uma verdadeira quebra de paradigma, a qual irá garantir a sustentabilidade da organização no longo prazo. Segundo informações de Ingrid Stoechicht, cerca de 80% das tentativas de inovação fracassam e, ainda segundo ela, isto ocorre porque as organizações não adotam processos formais para gerir a inovação. Ricardo Kahan descreveu rapidamente os processos de inovação da Telefônica e salientou que a organização deve ter em mente que o processo de inovação sustenta-se muito mais em um conceito de perdas admissíveis do que em ganhos potenciais.

Ainda na temática da inovação, após o almoço participei de outra mesa de discussão sobre open innovation, na qual Naldo Dantas (Grupo Votorantim), Thomas Canova (Rhodia) e Gilson Manfio (Natura) apresentaram as iniciativas de inovação aberta em suas organizações. A inovação aberta é uma proposta de se buscar a inovação para além das fronteiras organizacionais, por meio de parcerias com universidades, centros de pesquisa públicos e privados e até mesmo em sites como o Innocentive, que funcionam como mercados globais de idéias. O que pude perceber é que, pelo menos nas organizações acima, a inovação aberta ainda é um conceito embrionário, desenvolvido por meio de contratos de parceria entre as organizações e determinados centros de pesquisa ou universidades, mas que ainda preservam características tradicionais com o regras rígidas de sigilo, garantias de exclusividade e sistema de patentes. Nenhuma das organizações acima se mostrou muito animada a efetivamente utilizar, pelo menos não a curto prazo, alternativas mais radicais como o Innocentive ou parcerias de pesquisa com empresas concorrentes. Como foi dito pelo próprio Thomas Canova da Rhodia, “a inovação aberta, seja por meio de parcerias com a Academia, seja com outras empresas, requer disciplina e, sobretudo, mudança de cultura por parte da organização”. Bem, sabemos que mudar a cultura de uma organização não é uma tarefa simples nem tampouco rápida.

Na sequência, participei de uma nova mesa de discussões, esta acerca do tema “Critérios de excelência em Gestão do conhecimento e da informação”. Esta mesa contou com a participação de Cezar Mendes (Susano Celulose e Papel), José Luiz Abasolo (IPEG – Instituto Paulista de Excelência da Gestão), Marcelo Yamada (Promon Engenharia) e foi coordenada por Filipe Cassapo (FNQ – Fundação Nacional da Qualidade). Abasolo iniciou os trabalhos explicando como funciona o modelo de avaliação de Excelência da Gestão do FNQ e sobre a importância dos prêmios de Excelência em Gestão promovidos pela FNQ e pelo IPEG. Na sequência, tanto os representantes da PROMON quanto da SUZANO falaram sobre seus programas de excelência em gestão, seus destacados resultados e complexos desafios. Por fim, o coordenador Filipe Cassapo fez uma síntese da discussão abordando a importância de práticas de excelência em gestão também para a viabilização de programas de gestão do conhecimento e inovação eficazes;

Por fim, para encerrar o dia, participei de outra interessante discussão sobre inovação no setor público, esta coordenada por Roberto Agune (Sec. de Gestão Pública de São Paulo) e com a participação de Paulo Fresneda (Ministério da Agricultura e Universidade Católica de Brasília), José Cláudio Cyrineu Terra (TerraFórum consultoria e autor de diversos livros sobre GC e Inovação), além de representantes dos governos dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Foram discutidos os grandes desafios para obtenção de uma cultura inovativa dentro do governo, seja ele federal, estadual ou municipal, com destaque para o prof. Paulo Fresneda que com a objetividade que lhe é peculiar descreveu as colossais barreiras culturais que ele tem enfrentado em sua batalha para implementar ações inovadoras de Gestão no âmbito do Governo Federal. Foram apresentadas também as iniciativas dos governos estaduais de São Paulo e de Minas Gerais, que utilizando portais interativos para interagir com seus principais stakeholders (servidores e população) estão tentanto dar os primeiros passos no sentido de dinamizar sua forma atuação e aumentar sua velocidade de resposta às demandas da sociedade. Para mais informações sobre as iniciativas desenvolvidas por São Paulo e Minas Gerais, acesse http://www.igovsp.net e http://www.simi.org.br, respectivamente.

Bem, com isso encerrou-se o 2o. dia do evento, o qual foi bastante intenso e repleto de discussões sobre a necessidade inovar e de modernizar com urgência a forma de gestão tanto das organizações privadas quanto nas públicas. Já estou preparando o post com o resumo do terceiro e último dia do evento e pretendo disponibilizá-lo o mais brevemente possível.

Grande abraço,

Marcelo Mello

O seu Iceberg vai derreter…

Recentemente li um livro muito interessante chamado “Nosso Iceberg está derretendo”, escrito por John Kotter* e Holger Rathgeber**. O livro conta a história de uma colônia de pinguins que percebe que o iceberg no qual eles vivem tranquilamente há muitos e muitos anos está derretendo. À partir desta ameaçadora descoberta, a história se desenvolve demonstrando a postura adotada pelos membros desta comunidade diante da necessidade de mudança em seu tradicional modo de vida. O livro explora com muito bom humor e leveza os vários aspectos da mudança e ilustra, por meio de alguns personagens centrais, as dificuldades do processo e a importância da liderança para a obtenção de sucesso.

O fato é que, no dia-a-dia de nossas organizações, o que temos visto é um número cada vez maior de “icebergs derretendo”. Paradigmas antes inquestionáveis estão caindo por terra e dando lugar a novas e revolucionárias formas de trabalho; drásticas alterações nos relacionamentos com clientes, fornecedores, parceiros e concorrentes têm reformulado grande parte dos tradicionais modelos de negócio; a incansável busca pela inovação tem impulsionado uma crescente consciência da imensa importância do conhecimento e dos chamados “soft skills” para a sobrevivência dos negócios.

Sem dúvida, a mudança é uma constante destes novos tempos e cada vez mais passa a valer a capacidade de adaptação. Valter Longo, mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm, afirma que “adaptabilidade é o nome do jogo” e somente aqueles que forem capazes de adaptar-se e responder rapidamente às mudanças sobreviverão neste novo e inconstante ambiente.

Neste cenário, o livro de Kotter e Rathgeber é uma interessante fonte de inspiração para aprimorarmos nossa capacidade de adaptação e desenvolvermos estratégias eficientes para enfrentarmos o inevitável derretimento de muitos icebergs em nossa vida profissional e pessoal.

Um grande abraço e até o próximo post.

Marcelo Mello

* Kotter é professor e guru nas áreas de liderança e mudança na consagrada Universidade de Harvard.
** Rathgeber é Gerente global da empresa Becton Dickinson, uma das líderes mundiais no segmento de tecnologia médica.