Resenha do livro “Foco” de Daniel Goleman

Queridos leitores,

Em seu mais recente livro, Daniel Goleman, pesquisador mundialmente conhecido por seus trabalhos relacionados à Inteligência Emocional, explora o tema da atenção como peça chave para o sucesso de indivíduos e organizações.

A exemplo de seus trabalhos anteriores, as proposições de Goleman estão fundamentadas em amplos estudos na área da Neurociência, os quais têm avançado sensivelmente no que se refere à compreensão do funcionamento do cérebro humano em toda sua complexidade.

Foco

O livro explora inicialmente alguns conceitos básicos daquilo que Goleman chama de “anatomia da atenção”. Dentre as distinções mais importantes apresentadas pelo autor, estão as de mente ascendente e mente descendente, em referência às diferentes regiões cerebrais que controlam o funcionamento, respectivamente, de nossa capacidade de atenção involuntária (mente a deriva) e atenção voluntária (foco intencional).

Todo o livro está assentado em uma distinção chave chamada de Foco Triplo da Atenção: o foco interno, o foco no outro e o foco externo. Segundo Goleman, “o foco interno nos põe em sintonia com nossas intuições, nossos valores principais e nossas melhores decisões. O foco no outro facilita nossas ligações com as pessoas das nossas vidas. E o foco externo nos ajuda a navegar pelo mundo que nos rodeia”. Goleman ainda afirma ser fundamental buscar um equilíbrio entre estes três focos, a fim de que possamos atingir um nível pleno de atenção.

O autor ainda aborda a relação entre atenção e liderança, tendo como pano de fundo a necessidade de construção de modelos de liderança e de negócios mais conscientes e sustentáveis.

Trata-se, sem dúvida alguma, de um livro muito interessante e que apresenta distinções bastante relevantes e úteis para o contexto atual de nossa humanidade, repleto de desafios extremamente complexos e demandante por decisões cruciais para o futuro de nossas organizações, comunidades e do planeta como um todo.

 

Grande abraço,

 

Marcelo Mello (Direto de Natal – RN)

House

Caros amigos,

Ontem comemorei meu 34. aniversário e um dos presentes que recebi de minha amada esposa foi um box com todas as oito temporadas do seriado House.

House

Sou super fã desta que considero a melhor série dramática já produzida, e nem preciso dizer que fiquei extremamente feliz com o presente. Na minha opinião, o que fez com que House se tornasse um sucesso de crítica e audiência foi a complexidade e a profundidade de seu personagem principal, brilhantemente interpretado pelo ator britânico Hugh Laurie.

Vou assistir novamente (com o maior prazer) todos os 176 episódios desta fantástica série, relembrando e me divertindo com as ideias, conflitos e dilemas do médico mais controverso da TV.

Abraço,

Marcelo Mello

Sincronicidade: o centímetro cúbico de oportunidade

Amigos,

compartilho com vocês mais um profundo trecho dentre os textos sobre os quais tenho me debruçado em minha jornada para conclusão do Mestrado:

“Todos nós, quer sejamos guerreiros ou não, temos um centímetro cúbico de oportunidade que surge em frente aos nossos olhos de tempos em tempos. A diferença entre um homem comum e um guerreiro é que o guerreiro está consciente disso, e uma de suas tarefas é permanecer alerta, esperando deliberadamente, de forma que quando seu centímetro cúbico aparecer ele possua a velocidade e a agilidade necessárias para aproveitá-lo.”

Carlos Castañeda, extraído do livro Sincronicidade (pág. 107) de Joseph Jaworski

Certa vez ouvi alguém dizer que o Sucesso poderia ser definido como o encontro entre a Vontade e a Oportunidade. Penso que a Vontade pode ser expressa no constante estado de atenção e na incessante busca pelo crescimento pessoal que nos tornarão aptos a usufruir do nosso precioso centímetro de oportunidade, quando ele se apresentar diante de nós.

 

grande abraço,

 

Marcelo Mello

Cartas entre amigos – Sobre sucessos e fracassos

Amigos,

compartilho um fragmento de texto que dispensa comentários:

“Meu amigo, não sei quem foi que nos desvirtuou assim para que tivéssemos medo de nossos limites. Desde muito cedo aprendemos a falsear nossos sentimentos. Choros estancados porque não sabíamos ser fracos. Essa lição nos foi omitida. Esqueceram de nos dizer que é bonito saber chorar e que todo soldado, por mais valente e corajoso que seja, sempre terá o direito de chorar e dizer que está com medo. Quiseram nos ensinar o sucesso, mas esqueceram de nos dizer que ele é processual e que as partes que o constituem costumam ser feitas de pequenas derrotas. Mostraram o pódio iluminado, indicaram o primeiro lugar, mas omitiram que, para conquistá-lo, é preciso saber enfrentar o desapontamento de ser o último. Esqueceram de nos dizer que não é nenhum problema a gente reconhecer que não sabe ou que não conseguiu entender.”

trecho de uma das cartas escritas por Pe. Fábio para Gabriel Chalita, retirado do livro “Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos”

grande abraço,

Marcelo Mello